Autor Tópico: Jig para afilamento  (Lida 6956 vezes)

nogueiraf

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Jig para afilamento
« em: Sexta, 04 de Novembro, 2016, 11:00:25 am »
Nas minhas buscas no pintrest encontrei este jig para o afilamento de formões e plainas, como não entendo nada disto pergunto aos especialistas (qualquer um que tenha afiado um formão ou plaina é especialista para mim) o que acham disto



https://pt.pinterest.com/pin/AVj_2v2n3ML9xTKxwWYAeoBZnsGUAQERsQzX074HnkvcjuPzHOr1qMg/

bata001

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Re: Jig para afilamento
« Responder #1 em: Sexta, 04 de Novembro, 2016, 17:25:59 pm »
não sei se resulta

mas o John Heisz tem algo semelhante

Henrique

GLFaria

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Re: Jig para afilamento
« Responder #2 em: Sexta, 04 de Novembro, 2016, 17:46:57 pm »
Também o tinha visto, sou frequentador (excessivo) do Pinterest.
Embora não o vá construir, achei a ideia suficientemente interessante para a guardar no meu "repositório de ideias" no computador.

Penso que, embora mantenha um certo número de limitações, a ideia pode ser mais desenvolvida, e possivelmente simplificada, nalguns pontos. Penso que lhe posso dar algumas ideias se estiver suficientemente interessado para o ir construir.

bata001 - o do Heisz tem pelo menos uma diferença, que considero fundamental, em relação a este.
Há literalmente milhares de ideias para dispositivos destes, uma mais simples outras mais complicadas. Cada uma com as suas limitações. Já construi diversos tipos.

nogueiraf

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Re: Jig para afilamento
« Responder #3 em: Sábado, 05 de Novembro, 2016, 17:32:06 pm »
bata001 excelente video o jig tem uma simplicidade muito boa
GLFaria se me fizer o favor de expandir mais um pouco agradeço, é que comprei um conjunto de formões para treinar o afilamento e trabalhar com os mesmos, e quando começei a ver os requesitos vi que tinha de manter a 30º e afiar decentemente começei a procurar algo para ajudar. A ideia é afiar com lixas, tenho de 400, 600 e 1000

bata001

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Re: Jig para afilamento
« Responder #4 em: Sábado, 05 de Novembro, 2016, 18:45:01 pm »
eu até podia prometer que mais tarde, etc, etc....

mas não sei onde andam

três "chapas diamantadas? " que comprei penso eu no " AKI " para substituir as lixas

por isso não vou mostrar

O LIXO É MUITO  ;D ;D ;D ;D
« Última modificação: Sábado, 05 de Novembro, 2016, 18:47:21 pm por bata001 »
Henrique

GLFaria

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Re: Jig para afilamento
« Responder #5 em: Sábado, 05 de Novembro, 2016, 21:55:29 pm »
bata001 excelente video o jig tem uma simplicidade muito boa
GLFaria se me fizer o favor de expandir mais um pouco agradeço, é que comprei um conjunto de formões para treinar o afilamento e trabalhar com os mesmos, e quando começei a ver os requesitos vi que tinha de manter a 30º e afiar decentemente começei a procurar algo para ajudar. A ideia é afiar com lixas, tenho de 400, 600 e 1000

Se não se importa vou só dar umas quantas ideias, mais tarde poderei desenvolver um pouco mais se for preciso (sou um "escritor" muito lento, e exprimo-me melhor por "bonecos" do que por palavras...). Isto pode tornar-se um bocado extenso, e vou começar com alguns tópicos sobre afiamento em geral. Noutro post passarei ao dispositivo em questão

Antes de mais, e uma vez que o menciona, é preciso compreender a função como é geralmente feito o afiamento de um formão. São geralmente (mas nem sempre) formados dois biséis.

O primeiro bisel, a aproximadamente 25º, é simplesmente para fazer a transição entre a espessura do ferro e o fio do formão. Até pode não ser um bisel, se se utilizar uma esmeriladora, caso em que é preciso tomar muito cuidado para não dar cabo da têmpera do aço.
Se ficar muito abaixo de 25º, a frente do ferro pode ficar fraca para algumas utilizações. Se for muito acima, afiar o bisel secundário, aquele que realmente vai cortar, obriga à a remoção de muito material. Os +-25º são um simples resultado empírico da experiência acumulada. Digamos que o valor pode oscilar entre os 23º e os 27º sem grandes problemas.

O segundo bisel, aquele que realmente corta, tem habitualmente um ângulo à volta de 30º. Mas os 30º não são sagrados. Pode perfeitamente usar entre uns 27º-32º sem problemas. Trata-se novamente de um compromisso entre a robustez e a facilidade de corte. Se só utilizar o formão para aparar madeiras macias até pode ir abaixo destes valores, com a certeza que o fio dura menos e que vai ter de afiar mais frequentemente.
A faixa do ferro que corta é relativamente estreita, apenas uns décimos de mm até a apara começar a levantar. Por isso, o segundo bisel não tem de ser muito extenso, até convém que seja o mais estreito possível para dilatar o tempo entre as reconstituições do bisel primário, que é o que dá mais trabalho.

Quanto à lixa, provavelmente vão-lhe dizer que P1000 é muito grosso, e que o bisel secundário e as costas do ferro têm de estar polidas como espelhos. Não é tanto assim. Novamente, é necessário compreender o argumento ( e a realidade) por trás desta recomendação. O fio de uma ferramenta deveria corresponder, idealmente, à intersecção de dois planos. No caso, o plano onde estão as costas do ferro, e o plano do bisel secundário. Para estas faces estarem o mais próximo possível da perfeição teórica de um "plano" (que, já agora, nunca atingem) é necessário que estejam perfeitamente polidas. Se não for assim, não constituirão realmente dois planos, a sua intersecção não será perfeita, e o gume cortará menos do que "perfeitamente".
Agora, é isto assim tão importante? Pode ser ou não, dependendo das aplicações. Para cortes de muita precisão ou em madeiras difíceis, sejam elas macias ou duras, quanto mais polido melhor - o fio dura mais e exige menos esforço no corte. Mas eu, com a minha falta de conhecimentos, dou-me ao luxo de dizer que na maioria dos casos, afiar até P1000 ou P1200 é mais do que o suficiente. O Paul Sellers tem um vídeo muito interessante sobre este tema, aplicado a plainas, que desmistifica um pouco a questão:  
Note que ele não quer realmente dizer que basta afiar até ao grão 250 para trabalhar. O que quer dizer é que, para uma amador, é possível trabalhar desta forma. Vai obrigar a um pouco mais de esforço no corte, o fio vai durar menos, o acabamento da superfície pode não ficar tão bom, mas é perfeitamente possível.

Caso lhe possa interessar, a sequência que uso actualmente é P250-P600-P1200, este último só para o bisel secundário, seguidos de
um assentador de cabedal onde aplico um produto de polimento de que nem conheço a composição (um sabão de polir verde, que penso ser óxido de alumínio - embora seja verde, não é crómio). Há quem não utilize assentador, eu prefiro utilizar porque noto uma diferença na facilidade de corte. Mas note, por favor, que neste campo eu não sou mais do que um principiante ordinário, cuja formação nestes temas vem apenas das asneiras que tenho feito ao longo dos anos e da teoria que tenho aprendido por leitura.

Quanto ao líquido a utilizar (pode afiar a seco, mas faz mais pó e a lixa dura menos), sugiro umas gotas de óleo mineral (óleo Johnson para bébé, pois claro...  :) ). A água faz a lixa encaracolar muito. A ideia não é minha, é de um dos estudiosos da afiação que utiliza o sistema da lixa. Antes utilizava água, experimentei o óleo e "fiquei cliente".

Vou acabar este, que já vai longo, e organizar as ideias para o seguinte, abordando as minhas ideias acerca deste dispositivo específico. Aqui vai com um dos meus rústicos "bonecos" em Excel

pajo

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Re: Jig para afilamento
« Responder #6 em: Domingo, 06 de Novembro, 2016, 09:07:45 am »
Eu tenho andado a namorar um daqueles Richard Kell (o das rodas grandes).
Mas está em estudo a construção de algo parecido. (Felizmente o chinês ca do sitio tem rolamentos a partir de 0.75€ a peça ). 
Não custa tentar.
Se não sabes? -não mexas!
Se não gostas? -não estragues!
Mas isso, NÃO TINHA PIADA NENHUMA!!!

bata001

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Re: Jig para afilamento
« Responder #7 em: Domingo, 06 de Novembro, 2016, 10:24:57 am »
Eu tenho andado a namorar um daqueles Richard Kell (o das rodas grandes).

e comecei a pensar...............................

isso não será mais design que funcionalidade?
Henrique

pajo

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Re: Jig para afilamento
« Responder #8 em: Domingo, 06 de Novembro, 2016, 11:36:45 am »
Eu tenho andado a namorar um daqueles Richard Kell (o das rodas grandes).

e comecei a pensar...............................

isso não será mais design que funcionalidade?

Talvez!
Mas como tenho alguma facilidade em trabalhar com metal, tenho em casa varão inox 5mm c/s rosca que sobrou de outra engenhoca, gastei 2,50€ em 2 rolamentos do chinês agora so tenho de chatear o meu amigo torneiro (esperar que ele tenha paciência para me aturar) e fazer as peças do centro.
Se não sabes? -não mexas!
Se não gostas? -não estragues!
Mas isso, NÃO TINHA PIADA NENHUMA!!!

GLFaria

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Re: Jig para afilamento
« Responder #9 em: Domingo, 06 de Novembro, 2016, 15:17:38 pm »
...
isso não será mais design que funcionalidade?
Não, não é. Tenho um, é prático - exceptuando o facto de, ao afiar ferros estreitos,  as varetas sobressaírem muito a um dos lados - e resulta bem. Vamos ver quanto tempo dura sem problemas, as referências que tenho visto são boas. Mas não é exactamente barato!
A execução não deve ser fácil, porque exige alinhamentos muito rigorosos e tolerâncias bastante apertadas. Mas se o pajo se meter nisso estou com curiosidade de ver o que consegue   ;)

AlexB

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Re: Jig para afilamento
« Responder #10 em: Domingo, 06 de Novembro, 2016, 21:32:47 pm »
Eu pessoalmente, pelo menos para a minha forma de afiar evitaria jigs em madeira, pelo simples facto do contacto com a água.
Eu tenho um daqueles Stanley que toda a gente diz que não vale nada. E de facto ele não tem nenhuma forma de colocarmos as lâminas ou formões perfeitamente perpendiculares, aspecto essencial para ter um bom trabalho. No entanto ele tem algumas coisas positivas. Segura muito bem a lâmina sem a dobrar, coisa quer todos os jigs de aperto lateral fazem, tem dois rodados o que lhe dá estabilidade e o metal de que é feito, apesar de mau aspecto, até à data não enferruja e ele leva água praticamente todos os dias e nunca lhe meti óleo protector. O que eu faço como garantir a perpendicularidade da lâmina foi colocar numa pequena placa de MDF uma pequena régua de madeira perfeitamente perpendicular a uma das faces e uso esta régua para encostar a lâmina de forma a que esta fique a 90º em relação à face do MDF. Depois, é só colocar o guia da Stanley até este encostar ao MDF e pronto, fico com a lâmina colocada na perfeição. Até à data tem resultado optimamente e poupo-me um dinheirão num jig mais caro.

Num outro tópico falei dumas lixas de granulometria muito pequena, até 12000. Recentemente descobri um problema na minha forma de afiar que me deu problemas. Ultimamente, como já tenho as lâminas afiadas, só uso meia dúzia de passagens nestas lixas para manter o gume. O problema é que por terem um suporte macio elas criaram uma espécie de barriga junto ao gume o que faz que embora super afiado este passe por cima das irregularidades da madeira ao invés de as cortar. Este problema também acontece com a pele de polimento. A solução é simples e consiste em passar sempre o gume numa lixa dura ou numa pedra e só depois passar nestas superfícies mais moles para o polimento final. Podem-no fazer umas duas ou 3 vezes mas mais que isso passem sempre suma superfície mais dura.
De qualquer forma o que o GLFaria disse está correcto. Com uma lixa de 1000 ou 1200 já ficam com um belo gume para trabalhar.

GLFaria

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Re: Jig para afilamento
« Responder #11 em: Domingo, 06 de Novembro, 2016, 23:47:14 pm »
Estive a dar uma vista de olhos mais cuidada ao dispositivo mostrado pelo nogueiraf. Por favor notem que o que se segue é apenas a minha opinião pessoal. Como tal, sujeita a contraditório.
Continuo a achar a ideia conceptualmente interessante. Dito isto, não acredito que um  dispositivo deste tipo possa ser construído em madeira.

O que gosto: o sistema de aperto da ferramenta, que aliás não é original (e que é a tal “diferença fundamental” em relação ao dispositivo do J. Heisz)
O que não gosto: quase tudo o resto, principalmente por ser construído em madeira.

Quanto aos materiais:
- As características da madeira não se compadecem com a precisão necessária na furação e com a consistência do alinhamento dos vários componentes. Qualquer empeno, ou desalinhamento, ou inchamento da madeira, pode comprometer o funcionamento. Aquelas varetas-guia de madeira estão mesmo a pedir…
Se forem usadas varetas metálica ou de fibra de carbono, talvez possa resultar. Talvez.

- Segue-se o problema de conseguir uma folga mínima deslizante entre os furos da lateral móvel e o diâmetro das varetas. Essa folga tem que se manter ao longo da vida útil do dispositivo. Como as laterais são de madeira…  É possível que encasquilhando os furos com um tubo que se ajuste às varetas de forma deslizante a coisa resulte, mas alinhar esses casquilhos é delicado.

Quanto à concepção:
- Sem um texto a explicar porquê, não vejo qualquer razão para os ângulos de 35º e 25º nas laterias, indicados no desenho. Tenho uma ideia do que poderá estar na origem disso, e considero que é um erro de concepção.

- Fazer uma ranhura só permite montar ferros com espessura inferior à largura dessa ranhura. Se for estreita não cabem lá os ferros mais espessos. Mas se for suficientemente larga para caberem os ferros mais grossos, os ferros mais finos ficam à larga, e é sempre preciso encostá-los acima ou abaixo, e sempre da mesma maneira, para manter a consistência do ângulo. Então, para quê uma ranhura? Só se for por ser fácil de fazer com uma serra de mesa. Um batente de encosto sim, mas uma ranhura só atrapalha (no caso do Kell mencionado pelo pajo o encosto é feito nas varetas-guia)

- Acho sempre preferível que a face de encosto do ferro ao dispositivo seja sempre do lado oposto ao bisel. Não vou explicar agora porquê, isso ia obrigar-me a escrever mais (ou seja, puxar mais pela cabeça para fazer um texto conciso e claro), e talvez mesmo fazer mais um ou dois bonecos… Não me apetece.

O tipo de dispositivo mostrado pelo J.Heisz é bastante mais fácil de fazer. A meu ver só tem o inconveniente de, como a superfície de apoio é larga, para poder aceitar ferros de várias larguras, é necessário não só posicionar o ferro longitudinalmente (é isso que vai determinar o ângulo do bisel), mas também acertá-lo de forma a ficar a 90º com a parte frontal do dispositivo.

AlexB:
Não há qualquer problema com os dispositivos de madeira, desde que se lhe dê regularmente uma passagem de óleo. E se utilizar óleo mineral como lubrificante, melhor ainda. Já fiz e utilizei um certo número deles.
O mais simples de todos, penso, é o modelo proposto pelo Brent Beach (ver foto), que tem o inconveniente de necessitar um compromisso entre o comprimento do ferro, a altura do bloco de madeira, e o curso útil, que é sempre relativamente curto. Precisei de fazer dois tamanhos, um para ferros compridos e outro para ferros curtos, e na situação mais favorável - ou seja, com os ferros mais compridos, não conseguia ter um curso útil de mais de 11-12cm, se bem me lembro.

Quanto ao da Stanley, sem querer desfazer na sua opinião e sem querer ser bruto demais, é uma verdadeira desgraça - o sistema de aperto é mau, o alinhamento não é assegurado e o ferro desvia-se com facilidade, a repetibilidade é, para todos os efeitos, nula. Tenho um do modelo antigo, que devo ter comprado algures na década de 1970. Está há anos numa caixa dentro de uma gaveta (fui verificar agora, há muito tempo que não o via mas ainda lá está). Já pensei deitá-lo fora, mas tenho uma certa relutância em deitar fora ferramentas, mesmo ordinárias. Se o AlexB ou qualquer outro membro do fórum estiver interessado, dou-o e envio-o de graça (creio que em tempos já fiz esta proposta, mas na altura ninguém o quis).
Atendendo a que nas últimas dezenas de anos a Stanley só tem piorado, não imagino qual será a qualidade dos actuais.
...
"De qualquer forma o que o GLFaria disse está correcto..."  ::)


AlexB

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Re: Jig para afilamento
« Responder #12 em: Segunda, 07 de Novembro, 2016, 00:05:23 am »
GLFaria, como disse, o Stanley só por si não tem forma de garantir a correcta posição da lâmina ou formão, mas com o jig que eu fiz, que não é mais que um pedaço de mdf com uma peça de madeira a 90º com uma das faces, a lâmina fica tão bem posicionada como qualquer outro sistema mais caro. E uma vez apertada é impossivel que ela saia do sítio a menos que a martelemos. E ainda tem a vantagem que por ser apertada de baixo para cima não dobra ou contrário de todos estes sistemas que aparecem neste tópico.
« Última modificação: Segunda, 07 de Novembro, 2016, 00:16:01 am por AlexB »

pajo

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Re: Jig para afilamento
« Responder #13 em: Segunda, 07 de Novembro, 2016, 00:42:08 am »
Creio que tenho aprendido muito nos ultimos tempos
Realmente es ferramentas manuais não eram a minha praia!

Estou atento ao assunto, até porque investi algum dinheiro em ferramenta manual para madeira (não foi nenhuma fortuna mas quero ver como me dou). :-[

Supostamente o acto de afiar um ferro so por si ja pareçe delicado, não estou a perceber porque o Alex refere que o ferro dobra.

Para mim (ai da não afiei nenhum) a forca exercida deve ser moderada (para evitar o aquecimento) e aplicada o mais proximo do gume e distribuido por essa linha na horizontal.

Corrijam-me p/f se estiver enganado.
Se não sabes? -não mexas!
Se não gostas? -não estragues!
Mas isso, NÃO TINHA PIADA NENHUMA!!!

GLFaria

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Re: Jig para afilamento
« Responder #14 em: Segunda, 07 de Novembro, 2016, 01:02:13 am »
GLFaria, como disse, o Stanley só por si não tem forma de garantir a correcta posição da lâmina ou formão, mas com o jig que eu fiz, que não é mais que um pedaço de mdf com uma peça de madeira a 90º com uma das faces, a lâmina fica tão bem posicionada como qualquer outro sistema mais caro. E uma vez apertada é impossivel que ela saia do sítio a menos que a martelemos. E ainda tem a vantagem que por ser apertada de baixo para cima não dobra ou contrário de todos estes sistemas que aparecem neste tópico.

Oh, deixe estar, não vou sequer tentar convencê-lo do contrário. Parece-me que não tem quaisquer problemas com com o seu ego.